O amanhã dos negócios

Pensar que o COVID-19 mudou nossa sociedade, e que o mundo onde estamos indo será diferente, nesse momento já é considerado uma redundância. É dar voltas em uma ideia já estabelecida. Por isso você devia parar de se perguntar “quando essa pandemia vai passar?” e começar e decidir “o que o seu negócio vai fazer quando o comércio reabrir?”.

O “efeito preocupação” vai demorar anos para sair da cabeça das pessoas, mesmo com o comércio aberto e o vírus controlado, os consumidores não vão se aglomerar em todos os lugares da mesma forma de antes. O jeito de comprar, segundo especialistas do comércio, já mudou profundamente.

Restaurantes na Holanda, por exemplo, criaram pequenas caixas de acrílico para separar as mesas uma das outras, criando uma caixa de proteção. Em Portugal, as lojas de eletrônicos e demais cadeias de lojas de conveniência, vão voltar a funcionar com horário reduzido e com espaços entre as filas do caixa.

Fabio Queiroz, presidente da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) diz sobre o futuro do mercado do país, “A gente já está trocando o pneu com o carro andando. Aumentaram os pedidos por delivery em 56% e e-commerce em 124%. Os patamares anteriores nunca mais voltarão”, afirma. Cerca de 1,7 milhão de pessoas no Brasil passaram a utilizar esses serviços pela primeira vez com a pandemia. Então, agora mais do que nunca é tempo de se reinventar online.

Mas e quem não pode ser usar de Delivery ou as formas de comercio eletrônico, como todo o ramo de Serviços e diversos outros setores? Esses profissionais tem um caminho que exige muito metodologia ágil e ter bom ouvido para escutar o mercado e saber para onde navegar. Diversos centros de serviço já estão se adaptando as novas regras e oferecendo serviços completo, como lava-jatos e automotivas que oferecem buscar e deixar o carro dos clientes em casa.

Talvez seja velho dizer que o comércio como um todo precisa se reinventar, pois essa deve ser a lei número um de qualquer dono de negócio, já que permanecer sempre fazendo o processo do mesmo jeito é uma forma bem fácil de cair no ostracismo dos clientes. Dessa vez não é diferente, a inovação requer adaptabilidade e quem conseguir adequar produtos e serviços ao COVID-19, vai conseguir recuperar o fôlego e sobreviver até precisar se reinventar de novo.

 

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